Não existe código limpo sem testes. Os testes garantem que a refatoração (o ato de limpar o código) não quebre funcionalidades existentes. Um bom teste segue o acrônimo : F ast (Rápido) I ndependent (Independente) R epeatable (Repetível) S elf-Validating (Auto-validável) T imely (Oportuno/No momento certo) Conclusão
Conceitos relacionados devem ser mantidos próximos uns dos outros.
Adotar o Clean Code exige disciplina e prática constante. No início, pode parecer que você está gastando mais tempo "pensando em nomes" do que programando, mas o retorno sobre esse investimento vem rapidamente na forma de menos bugs e uma base de código que não causa medo ao ser alterada. CГіdigo limpo
Essencial para a legibilidade, mostrando a hierarquia e o fluxo lógico. 4. Tratamento de Erros
O código deve ter uma estrutura consistente. A "regra do acampamento" aplica-se aqui: . Não existe código limpo sem testes
O ideal é que uma função tenha zero, um ou no máximo dois argumentos. Três ou mais exigem uma justificativa muito forte. Comentários são "Falhas"
Use substantivos para classes ( Usuario , Pedido ) e verbos para métodos ( enviarEmail , calcularTotal ). Funções Pequenas e Especializadas Adotar o Clean Code exige disciplina e prática constante
O tratamento de erros deve ser feito de forma limpa. Prefira usar em vez de retornar códigos de erro (como -1 ou null ), pois códigos de erro forçam o chamador a lidar com o problema imediatamente, sujando a lógica principal. 5. Testes Unitários (TDD)